O que o artigo diz é o obvio que acontece sempre que sai iOS novo: a Apple fecha o exploit usado no jailbreak. Tem sido assim desde "início dos tempos".
Ou seja, de volta a busca por um novo exploit para se fazer um jailbreak untethered, de preferencia um que funcione também no iPad2.
A título de informação, existem 2 tipos de exploits que são utilizados: os chamados de iBoot expliots (estilo pwnage e limera1n), que tem sido praticamente o padrão desde o final do firmware 1.x, e os "userspace" exploits.
Os exploits no iBoot usam falhas no processo de inicialização do iPhone, onde o sistema é susceptível a ser alterado. O problema é que a Apple veem constantemente removendo os problemas do código nesta área e toma um tremendo cuidado com isto.
Os explotis tipo usersapce são aqueles em programas. Até agora os únicos exploits userspace usados foram no Mobile Safari, nas 2 encarnações do jailbreakme.com.
Um grande complicante é que alem de encontrar um "vetor" para fazer a modificação no sistema, para que o jailbreak seja untethered é necessário que se descubra segundo exploit no processo de boot para poder carregar o kernel do iOS com as alterações necessárias.
Para ilustrar, o jailbreak atual (4.3.3) usa o limera1n como vetor de instalação e um segundo expliot (descoberto pelo @i0n1c) para permitir que o kernel alterado seja utilizado. Para se ter uma ideia, o iPad2 não tem jailbreak por que o limera1n foi fechado no bootrom novo. O exploit do @i0n1c funciona no iPad2, porem não se tem um vetor para instala-lo.